REDE: Empresas perderam por unanimidade no TST e a GREVE é julgada legal!
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Empresas perderam por unanimidade no TST e a GREVE é julgada legal!
Fracassou mais uma tentativa dos patrões que ainda insistem em dar calote nos trabalhadores, ganhando tempo na justiça
Audiência para julgamento do recurso do SINSTAL aconteceu em Brasília – DF, na segunda-feira 14/02 e os ministros foram unanimes ao acompanhar o voto do relator, que julgou improcedente o recurso das empresas, que alegavam descumprimento na lei de greve por parte do SINTTEL-GO. Desde que houveram as mobilizações dos trabalhadores das prestadoras (rede) o ano passado, algumas empresas para fugir do reajuste salarial, vinham inventando factoides, mentindo para a Justiça do Trabalho que a greve era ilegal, para ganhar tempo e dar o calote nos trabalhadores, mas a justiça não dorme e a verdade prevaleceu. Agora, vamos nos empenhar para garantir que ação de DISSÍDIO COLETIVO seja julgada o mais rápido possível, e cumpra seu objetivo que é garantir um reajuste digno para os trabalhadores e trabalhadoras de rede.
O SINTTEL-GO está empenhado em buscar um reajuste igual ou superior ao INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) do período da data base, tendo em vista que a maioria das empresas fecharam acordo com o sindicato e deram o aumento de 7,59% nos salários e benefícios dos trabalhadores, a exemplo da: Ability, Metacom e Word, onde os trabalhadores se mantiveram firmes no período de greve.
As empresas que se recusam reajustar os salários e benefícios dos seus trabalhadores são as seguintes: Telemont Engenharia em Telecomunicações, Procisa, Hable. Lamentamos profundamente o desprezo dessas empresas para com seus empregados: gerentes, supervisores, técnicos, auxiliar técnico, emendadores, multifunção e outros, que são os que diuturnamente “carregam a empresa nas costas” e são responsáveis por seus resultados e o super faturamento, principalmente nesse período de pandemia, onde O SETOR DE TELECOM FOI O QUE MAIS LUCROU, graças a produção dos trabalhadores; alguns perderam a própria vida, e infelizmente, na hora de valorizar essa mão de obra, os patrões viram as costas. Repudiamos esse modelo de exploração e a postura intransigente dessas empresas, que exploram os trabalhadores e não querem se quer, reajustar os salários e benefícios pelo INPC na data base, apostando na defasagem e na precarização de nosso trabalho.
Vamos nos preparar para nova mobilização, tendo em vista que a data base de 2022 já se aproxima e, essas empresas não deram se quer, o reajuste do ano passado, e ainda deram o calote no pagamento do PPR 2020 e no adiantamento de 2021. Estamos tomando todas as providencias que o caso requer, aguarde os comunicados do seu sindicato e duvide de qualquer informação que não sejam as oficiais do SINTTEL-GO.
O SINTTEL-GOIÁS É DO TRABALHADOR. NOSSA MISSÃO É CUIDAR DE VOCÊ.